Tortura nunca mais! Dezembro 9, 2009
Repassando:
Prezados:
Lançamos o apelo ao Supremo na data de ontem, 08.12.09, dia da Justiça.
A Associação Juízes para a Democracia, junto com outras entidades e pessoas, faz parte da Campanha Contra a Anistia aos Torturadores.
Os crimes praticados durante a ditadura ( tortura, assassinatos, desaparecimentos, etc…), por agentes do Estado, pessoas ou grupo de
pessoas que atuaram com autorização, apoio ou consentimento do Estado, são crimes contra a humanidade e nesta medida não podem ser anistiados.
Em breve o Procurador Geral da República apresentará parecer sobre a matéria na ação (ADPF nº 153) que tramita no Supremo Tribunal Federal, que em sua decisão estabelecerá um novo marco de democracia para o país.
Entrem no link para conhecer os que estão assinando e assinar.
http://www.ajd.org.br/contraanistia_port.php
Encaminhe *o link para seus amigos e contatos, do Brasil e de fora pedindo subscrição e o máximo de divulgação!
Abraços
Silvio TENDLER
Pós Graduação em Arte Sacra – FUMEC Dezembro 5, 2009
A pós graduação em Arte Sacra tem como objetivo qualificar profissionais que trabalhem na área, para que os projetos de construção, reformas e restaurações dos espaços de oração respondam às exigências da liturgia, em seus aspectos arquitetônico, simbólico e funcional.
O curso tem como público-alvo, graduados em Design de Interiores, Arquitetura, Engenharia, Artes Plásticas e demais graduados, como presbíteros, religiosos, leigos e técnicos de som e de iluminação, que trabalhem na área e preocupam-se com o espaço celebrativo em todo o Brasil.
Certificado Conferido: Especialização em Arte Sacra, ministrada como pós-graduação lato sensu.
Vale-cultura é aprovado em três comissões Dezembro 5, 2009
O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 221/09, que institui o Programa de Cultura do Trabalhador e cria o vale-cultura, foi aprovado na manhã do dia 2 de dezembro, pelas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS) e segue para o Plenário.
Pela proposta, o vale-cultura terá o valor mensal de R$ 50,00 e beneficiará os trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos. Com o vale, o trabalhador poderá ir a shows musicais, espetáculos de dança e visitar museus. Além disso, poderá adquirir produtos culturais como livros e DVDs.
Fonte: Teia Cultural Minas
Gravura Dezembro 4, 2009
Gravura é uma imagem representando algo, como pintura, desenhos, relevos, etc. O material pode variar e classifica-se a gravura de acordo com o material de que é feita.
Tipos de Gravura
Existem dois tipos comuns de gravura são em superficie ou em relevo.
Em horizonte: o sulco vai receber a tinta e aparece como positivo no trabalho final.
Em relevo a superfície não horizonte é que recebe a tinta e o sulco aparece em negativo (sem tinta).
Técnicas mais conhecidas
A Xilografia é a técnica mais antiga para produzir gravuras, e seus princípios são muito simples. O artista retira de uma superfície plana (matriz, geralmente é madeira) as partes que ele não quer que tenham cor na gravura. Após aplicar tinta na superfície, coloca um papel sobre a mesma. Ao aplicar pressão (com uma prensa) sobre essa folha a imagem é transferida para o papel.
A técnica da gravura em metal começou a ser utilizada na Europa no século XV. As matrizes podem ser feitas a partir de placas de cobre, zinco ou latão. Estas são gravadas com incisão direta ou pelo uso de banhos de ácido. Água-forte, água-tinta, ponta seca são as técnicas mais usuais. A matriz é entintada e utiliza-se uma prensa para transferir a imagem para o papel.
Em 1796 Alois Senefelder descobriu as possibilidades da pedra calcária para fazer impresões e, após dois anos de experimentações desenvolveu a técnica da Litografia. Esta técnica parte do princípio químico que água e gordura se repelem. As imagens são desenhadas com material gorduroso sobre pedra calcária e com a aplicação de ácido sobre a mesma, a imagem é gravada. Assim como a gravura em metal, essa técninca também necessita de uma prensa para transferir para o papel a imagem gravada na pedra.
Embora existam registros de trabalhos utilizando stencil na China, no século VIII, a serigrafia começa a ser aplicada mais freqüentemente por artistas na segunda metade do século XX. Como as técnicas descritas acima, também a serigrafia apresenta diversas técnicas de gravação de imagem. Uma delas é a gravação por processo fotográfico. Imagens são gravadas na tela de poliéster e com a utilização de um rodo com a tinta a imagem é transferida para o papel.
Links:
Fonte: Wikipedia
No Dia Mundial de Luta contra AIDS a TV Brasil apresenta o documentário Aids: A Batalha Travis McCoy Novembro 27, 2009
1° de dezembro, todos os países celebram o Dia Mundial de Luta contra a AIDS. Para reforçar o clima de solidariedade e as iniciativas de combate ao preconceito e à discriminação das pessoas contaminadas pelo vírus HIV/Aids, a TV Brasil reserva espaço ao tema em sua programação. Uma das reflexões é a apresentação do documentário do músico Travis McCoy, com duração de uma hora. O Comentário Geral deste domingo (29), às 19h30, também aborda o assunto com um programa especial sobre a palavra virus e suas manifestações. E para fechar a semana, na sexta-feira (04), o Programa de Cinema exibe Três Irmãos de Sangue, um documentário sobre a história do sociólogo Betinho, do humorista Henfil e do músico Chico Mário, símbolos da luta contra a AIDS e contra a ditadura no Brasil, de Ângela Patrícia Reiniger.
Aids: A Batalha Travis McCoy
Vocalista da banda de hip hop Gym Class Heroes, Travis McCoy teve sua nova canção – “One at a Time” – premiada em um evento beneficente em NY, no dia 11 de novembro. Travis McCoy é embaixador da fundação Staying Alive Foundation – organização sem fins lucrativos que oferece suporte a jovens trabalhadores que se interessam em construir um mundo melhor e oferecem suporte e informação sobre a prevenção da AIDS. Travis e sua banda percorreram países como a África do Sul, Filipinas e a Índia, visitando projetos de conscientização sobre o HIV/AIDS. A fundação, pertencente à MTV Internacional, premia jovens com uma quantia em dinheiro para que realizem tais projetos em suas comunidades.
O canal musical lançou a campanha em 98 e de lá pra cá, produziu filmes, concursos e eventos ligados a celebridades para conscientizar os jovens sobre os riscos de concepção da doença. Durante os onze anos de projeto, vários nomes famosos já colaboraram para a campanha como Kelly Rowland, Beyoncè, Justin Timberlake, entre outros.
Além de visitar os locais aonde esses projetos foram implantados, Travis McCoy foi incumbido de compor uma música inspirada nas suas observações e toda a renda da comercialização será inteiramente revertida para a continuidade desse apoio.
“One at a Time” fala sobre essas reflexões. Travis, em entrevista a MTV News americana, disse que escreveu uma canção baseada em tudo o que eu viu e sentiu durante a viagem. E, complementou, “eu vi o que podemos fazer”.
Segundo a matéria publicada no site americano da MTV, a música “One at a Time” mostra o lado mais sério e pensativo de McCoy, que nem sempre é assim. A missão de McCoy foi transformada em documentário, que a TV Brasil exibe no dia primeiro de dezembro, a partir de 20 horas. Excepcionalmente nesta terça (1°), às 20h, a TV Brasil não vai exibir o programa Expedições.
Fonte: ABEPEC
Arte islâmica Novembro 24, 2009
A importância da tradição islâmica na história da arte é imensa, particularmente, na península ibérica, região que por séculos, em sucessivas conquistas e reconquistas, ocuparam povos que a criaram. Conseqüentemente, as áreas colonizadas por Espanha e Portugal, sofreram forte influência. Na arquitetura é incontestável a intervenção árabe, um legado que se propagou e influenciou os vários estilos arquitectónicos presentes nestes países.
Motivos e temas da arte islâmica:
Quando se evoca a expressão “arte islâmica”, frequentemente julga-se estar perante uma arte desprovida de representações figuradas, constituída unicamente por motivos geométricos e arabescos. No entanto, existem numerosas representações de figuras animais e humanas na arte islâmica, que surgem sobretudo em contextos não religiosos.
As fontes principais da doutrina islâmica são o Alcorão e os ditos do Profeta Muhammad (ahadith, plural; singular:hadith). Estas duas fontes nada mencionam sobre a representação de figuras na arte; o que é fortemente condenado é a idolatria e o culto de imagens (aniconismo).
Quando o profeta Muhammad conquistou Meca em 630 um dos seus primeiros actos foi destruir os ídolos que se encontravam na Kaaba, que o Alcorão informa terem sido estátuas inspiradas por Satanás. Uma tradição afirma que Muhammad ordenou a destruição de todas as pinturas religiosas que se achavam naquele edifício, com excepção de uma pintura da Virgem Maria com o menino Jesus.
A partir do século IX, verifica-se uma censura da representação figurada, que alguns investigadores atribuem à influência de judeus convertidos ao islão. A partir desta época considera-se que o acto de representar um animal ou um ser humano é o assumir por parte do artista do papel de criador que se acredita que deva estar reservado unicamente a Deus.
As religiões desempenharam um importante papel no desenvolvimento da arte islâmica. Neste domínio enquadra-se evidentemente a religião muçulmana, mas igualmente outras religiões que os árabes encontraram aquando das conquistas territoriais. Apenas no século XIII o mundo islâmico tornou-se maioritariamente muçulmano, tendo outras religiões legado o seu contributo para a formação da arte islâmica: o cristianismo (na região que se estende do Egipto à Turquia), o zoroastrismo (mundo iraniano), o hinduísmo e o budismo (na Índia) e o animismo no Magrebe.
Arte e literatura
A arte islâmica não se inspira unicamente na religião. A literatura persa, como o Shâh Nâmâ, épico nacional composto nos inicíos do século X por Firdawsi, os “Cinco Poemas” (ou Khamsa) de Nizami (século XII), são fontes importantes de inspiração que se manifestam na arte do livro, mas também na relacionada com os objectos (cerâmica, tapeçaria…). As obras de alguns poetas místicos, como Saadi e Djami, dão também lugar a numerosas representações.
As fábulas de origem indiana presentes na literatura árabe são frequentemente alvo de ilustrações nos ateliers de Bagdade e da Síria. Também a literatura científica, como os tratados de astronomia, de mecânica ou de botânica, possui ricas ilustrações.
Motivos abstractos. A caligrafia
São numerosos e variados os motivos decorativos nesta forma de arte, desde os motivos geométricos aos arabescos. A caligrafia no islão é considerada uma actividade nobre e sagrada, tendo em vista que as suratas do Alcorão são consideradas palavras divinas. As representações de humanos e de animais são excluídas de obras religiosas. A caligrafia como arte está também presente em obras do domínio do profano.
Portal digital reúne obras que recontam a história das relações franco-brasileiras Novembro 21, 2009
São vários textos impressos, desenhos e estampas, mapas e fotografias, que juntos somam mais de 500 documentos que remontam a relação entre os dois países. Obras das bibliotecas nacionais do Brasil e da França foram digitalizadas e desde sexta-feira passada, 13 de novembro, estão disponíveis para consulta através do portal A França no Brasil.
De acordo com Muniz Sodré, presidente da Fundação Biblioteca Nacional, o portal digital “consolida uma tradição multissecular de encontros e trocas de objetos e imagens culturais entre duas civilizações, que sempre se mostraram mutuamente sedutoras no sentido amplo do termo”.
Essas narrativas e documentos – mapas, manuscritos, livros, imagens, etc – foram organizados em capítulos temáticos; França Antártica, França Equinocial, Missão Francesa e Modernismo; que permitirão ao público descobrir os tesouros partilhados pelos dois países.
Minas Gerais promove evento de encerramento do Ano da França no Brasil
Finalizando as comemorações, duas exposições, com entrada gratuita, estão em cartaz no Palácio das Artes, até o dia 7 de dezembro. A exposição ‘Le Corbusier – entre dois mundos’ está no Espaço Mari’Stella Tristão. Com a curadoria do arquiteto francês Jacques Sbriglio, a exposição reúne cerca de 120 obras, realizadas por um dos mais importantes arquitetos do século XX. A ‘Autocromos Lumière, o tempo da cor’, está na Galeria Genesco Murta, onde o público verá de perto 70 fotografias coloridas originadas nos autocromos de Luís e Augusto Lumière, que dialogam com três grandes telas onde passam 17 filmes produzidos pelos irmãos, entre 1895 e 1900, que fazem parte da primeira produção cinematográfica de que se tem conhecimento.









