Blogosférico Cultural

˙·٠•● Projetando a cultura ○°○°

Encontro beneficente criado por Mamão Mamede faz 10 anos e recebe vários artistas em Belo Horizonte Dezembro 19, 2009

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ENCUENTRO 10 ANOS

Há dez anos o artista Mamão Mamede organiza este evento beneficente destinado à arrecadação de brinquedos. Para celebrar a data o grupo borTam será o anfitrião da festa recebendo o grupo Tambolelê, Raquel Coutinho, Carla Gomes, Baque Trovão, Raphael Sales, Alisson Vaz, Hudson Vaz, Léo Barreto, DJ Corisco, Beto Lino, DJ Freitas e o grupo !Slama. Mas o grande mote da festa é a homenagem ao Mestre da bateria Dom Vaz, que se apresentará com sua banda de samba rock Balanço 2 por 4.

O organizador Mamão Mamede afirma que “O evento, além da proposta social, tem em seu cunho a proposta de unir vários músicos locais e promover um grande evento artístico.” O borTam fará o show “música brasileira” e receberá os convidados com surpresas incríveis: o grupo Tambolelê vai interpretar a canção “Onde qué” de Sérgio Pererê, Raquel Coutinho interpretará “Paraíso” e “Sabará” canção do borTam na qual a Raquel fez participação especial. Carla Gomes e Raquel Coutinho interpretarão “Glory Box” do Portishead  e Raphael Sales “Us Mininim” até o momento de chamar o convidado especial da tarde: Dom Vaz! e por aí vai…

O evento terá entrada franca mediante a doação de um brinquedo e acontecerá no domingo, dia 20/12 às 14 horas no Stonehenge – Rua dos Tupis, 1448 – Bairro Barro Preto.

Em anexo o release do borTam e seguem abaixo os endereços dos artistas convidados

http://www.bortam.net/

http://www.islama.com.br/

www.myspace.com/grupotambolele

www.myspace.com/raquelcoutinho

www.myspace.com/raphaelsaless

http://www.seloaa.com.br/

www.440hz.com.br

contatos com a produção do evento: 3486 25 35 – 8705 20 35.

 

Inscrições abertas para oficinas da 13a. Mostra de Cinema de Tiradentes Dezembro 18, 2009

 

Janela do Curta encerra a programação 2009 do Cineclube Espaço Utopya no Tempo Glauber Dezembro 17, 2009

Arquivado em: Agenda cultural - Eventos, Cinema — Rodrigo de Araujo @ 3:03 pm

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JANELA DO CURTA ENCERRA A PROGRAMAÇÃO 2009 DO CINECLUBE ESPAÇO UTOPYA NO TEMPO GLAUBER

Em dezembro, o Espaço Utopya encerra sua programação de 2009 com chave de ouro, realizando a 3ª edição do bem sucedido Janela do Curta.

O propósito de Janela do Curta é abrir uma janela para a inédita produção independente nos formatos de curta e média-metragem. São sessões especiais de pré-estréia de filmes dos mais variados gêneros, visando sua inserção no circuito exibidor em geral e na mídia. Janela do Curta é um projeto elaborado para atender ao tripé produção – distribuição – exibição, contribuindo assim com a cadeia produtiva do audiovisual no país.

Veja a programação abaixo:

PONTA NEGRA, de Lincoln Fonseca e Simone Giovine. Em um pequeno povoado à beira-mar vivem um pescador e sua esposa. Sob a voz de um pastor de igreja o casal inicia sua rotina atento às orações que vêm do rádio. Mas, em meio à fé e à devoção, conforme o dia vai passando, o homem revela a embriaguez e seus rituais macabros que contradizem suas crenças.

MONOCELULAR, de Felipe Cataldo. Insight cósmico satori, revelando que o caos é a razão para abraçarmos a origem da existência humana e retomarmos o ser de única célula; ou uma ligação móvel para o seu próprio aparelho.

SALOMÉ, de Igor Cabral. O mistério do amor é maior do que o mistério da morte. Só para o amor se deve olhar. Livremente inspirado na peça homônima de Oscar Wilde.

QUEIMADO, de Igor Barradas. O cotidiano embotado, ruidoso e solitário de Grande será invadido pela expressão visceral da natureza. Janaína virou mulher.

Realizadores de todo o Brasil podem participar de Janela do Curta, bastando apenas enviar um email para espaco.utopya@gmail.com com os dados do seu filme na seguinte ordem:

Título do filme / Nome do diretor / Duração / Ano / Endereço / Telefone / E-mail

O filme, em DVD, deverá ser enviado por correio para o seguinte endereço:

Tempo Glauber

A/C Cineclube Espaço Utopya

Rua Sorocaba, 190 – Botafogo – Rio de Janeiro – RJ – CEP 22.271-110

A participação dos realizadores é fundamental, seja ela física ou virtual (em DVD). Ao selecionarmos os filmes os realizadores serão contactados para o agendamento de datas das próximas edições.

Se você tem um filme e gostaria de exibi-lo em uma sessão de pré-estréia para convidados e público em geral, não perca tempo!

Envie um e-email e o seu filme pra gente.

Atenciosamente,

Cineclube Espaço Utopya

espaco.utopya@gmail.com

 

Grupo Caixa-Preta dá continuidade à programação do IV Encontro de Arte de Matriz Africana Dezembro 17, 2009

Evento propicia diversas atividades gratuitas que promoverão a troca de experiências e saberes entre grupos locais e de outros estados brasileiros

O IV Encontro de Arte de Matriz Africana prossegue até domingo, dia 20 de dezembro, com diversas atrações gratuitas, em diversos espaços da Capital porto-alegrense. Nesta quinta-feira, dia 17, a programação inicia às 15h, no Teatro de Arena, com a oficina Afro-Contos, com o ator Toni Edson (SC). Às 20h, na Sala Álvaro Moreyra, no Centro Municipal de Cultura (Avenida Érico Verissimo, 307), o grupo Caixa-Preta, anfitrião do evento, realiza o ensaio aberto da peça “Estudo sobre O Osso de Mor Lam”. No intervalo, exibição do Duo Acrobático com Débora Rodrigues e Ed Rosa, no saguão do CMC. Às 21h, haverá apresentação de “Chão”, espetáculo de dança-teatro protagonizado pelo bailarino Robson Duarte, da companhia Xirê – Jogo de Dança. Encerrando a programação, no saguão do CMC,tem Ponto de Encontro, animado pelo Dj Guto do Africanamente. Gratuito.
Realizado pelo Caixa-Preta, desde 2006, o Encontro de Arte de Matriz Africana visa a promover uma aproximação entre as diversas modalidades artísticas de matriz africana, de teatro, dança, artes plásticas e cinema do Rio Grande do Sul e do Brasil, possibilitando a troca de experiências, pesquisas estéticas e conhecimentos ocupando espaços tradicionais dedicados às artes cênicas. É uma celebração à diversidade e à brasilidade, marcada pela afirmação das múltiplas identidades populares. As atividades ocorrerão no Teatro de Arena, no Teatro Renascença e na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre. A programação é franqueada ao público, a exceção da Feijoada Preta, que ocorrerá no próximo domingo, dia 20, às 12h, no saguão do CMC.
A cada ano, é eleito um eixo temático. Na primeira edição, a aproximação dos grupos; na segunda, a noção de quilombos culturais, por meio dos espaços dos realizadores, e para esta edição o eixo escolhido é o teatro e a dança negros e suas linguagens contemporâneas. Segundo Jessé Oliveira, o objetivo do encontro é “criar uma rede solidária entre estes agentes propiciando o debate sobre uma política cultural que garanta a continuidade e o aperfeiçoamento das ações realizadas pelos grupos de teatro e dança negros e sua sobrevivência”.
O IV Encontro de Arte de Matriz Africana é uma realização do Grupo Caixa-Preta, em parceria com a Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre e o Teatro de Arena, entre outros colaboradores.A realização de espetáculos, oficinas, debates e painéis referentes ao teatro, à dança e à performance objetiva estabelecer uma verdadeira troca de experiências e saberes acumulados ao longo das carreiras de cada núcleo cultural.
Detalhes da Programação desta quinta-feira, dia 17 de dezembro:
Estudo sobre O Osso de Mor Lam – Caixa-Preta (Porto Alegre)
O mais recente espetáculo do Caixa-Preta, que pela primeira vez encena texto de autor africano, o senegalês Birago Diop, que já foi realizado por Peter Brook, em 1979. O Grupo investe, cada vez mais, em uma linguagem corporal acentuada e em signos culturais de forte apelo visual.
Chão – Xirê – Jogo de Dança (Porto Alegre)
O já experimentado espetáculo transita por elementos da cultura religiosa afro-brasileira e, ao mesmo tempo, flerta com o que há de contemporâneo na dança. Participou de eventos ligados à dança como Dança Alegre Alegrete e Mostra SESC, Diálogos da Dança, além de ter cumprido roteiro de apresentações em terreiros da Cidade e do Interior do Estado.
Duo Acrobático com Débora Rodrigues e Ed Rosas
Artistas do Circo Girassol executam performances circenses.
Toni Edson
Toni Edson, natural do Sergipe, é ator, dramaturgo, compositor, arte-educador e pesquisador de cultura africana no Brasil. Formado em Artes Cênicas pela Udesc, cursa o mestrado em literatura brasileira na UFSC e integra os grupos Africatarina e Cachola no Caixote.
Ponto de Encontro – Dias 16, 17, 19 e 20 de dezembro, a partir das 22h
Com a animação do DJ Guto, do Africanamente.
No Saguão do Centro Municipal de Cultura (Avenida Erico Veríssimo, 307)
Acompanhe o restante da programação:
Fonte: Silvia Abreu Consultoria
 

Exposições: “Cem Mona Lisas com Mona Lisa” e “O Aleijadinho Pop” em Belo Horizonte Dezembro 14, 2009

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Lançamento do livro José Mendonça: a vida revelada em Belo Horizonte Dezembro 13, 2009

 

Lançamento do livro “Retratos em Clarice Lispector” – Literatura, pintura e fotografia Dezembro 9, 2009

Arquivado em: Agenda cultural - Eventos — Rodrigo de Araujo @ 6:11 pm

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Sessão de estréia dos curtas “Sobrevoo” e “Semeador Urbano” (Belo Horizonte) Dezembro 8, 2009

Arquivado em: Agenda cultural - Eventos, Cinema — Rodrigo de Araujo @ 1:47 pm

O Cineasta Cardes Amancio convida para a sessão de estréia dos curtas “Sobrevoo” e “Semeador Urbano”, para beber algo e curtir um som. Vai ter um DJ e também bazar com obras do João Maciel (que inaugura na quarta).

Data: 10/12/2009 – quinta-feira
Horário: 20hs
Local: Uzina Bar – Rua Grão Mogol, 908 Sion / esquina com av. Uruguai – tel 3221 2601  BH/MG
Entrada R$ 5,00 + Consumação R$ 7,00

 

Opereta Utopia, Limitada leva sátira de Gilbert e Sullivan ao palco do São Pedro (São Paulo) Dezembro 8, 2009

O Núcleo Universitário de Ópera (NUO), dirigido pelo Maestro Paulo Maron, apresenta mais uma montagem dedicada à obra da dupla inglesa Gilbert e Sullivan. Trata-se da primeira montagem brasileira da ópera cômica Utopia, Limitada, que será apresentada nos dias 11, 12 e 13 de dezembro, sexta e sábado (20h30) e domingo (17 horas), no Theatro São Pedro, em São Paulo.

Utopia, Limitada é uma sátira política e social que brinca com um dos símbolos do capitalismo moderno, a Empresa Limitada. As cenas musicais (em inglês) são intercaladas por diálogos (em português) muito bem elaborados e cômicos, características que fizeram jus à reputação dos autores. Esta é a 12ª criação de W.S. Gilbert e Sir Arthur Sullivan, respectivamente libretista e compositor, que dominaram o meio musical britânico, entre os anos de 1875 e 1896, com suas divertidas operetas que sempre fizeram enorme sucesso, por onde quer que sejam montadas.

Esta é a sétima produção do Núcleo Universitário de Ópera com obra de Gilbert e Sullivan, sendo reconhecido como único grupo estável de ópera, da América Latina, especializado em encenar esse autores. O NUO é também pioneiro no trabalho operístico com jovens universitários, vindos das mais diversas faculdades de música. O trabalho de formação artística vai além da música; os jovens estudam interpretação e têm aulas de preparação corporal, formando um grupo estável e diferenciado, desde 2003, especializado em operetas.

O enredo de Utopia, Limitada

A história se passa em uma ilha dos mares do Sul, chamada Utopia, governada por um rei déspota, Paramount I, que tem tamanha adoração pela cultura britânica, ao ponto de enviar sua filha Zara para estudar numa universidade, em Londres. O rei, na verdade, é um fantoche nas mãos dos Juízes Schaphio e Phantis, tidos como sábios anciões. Eles manipulam o rei e mantêm as finanças da ilha sob controle.

Zara retorna, depois de cinco anos, e vê a trágica situação de seu pai. Junto com ela veio uma comitiva de importantes representantes da elite inglesa, incluindo um oficial da Cavalaria da Marinha e um advogado ilustre. Este último sugere ao rei que transforme a ilha em uma Empresa Limitada , para que se desenvolva mais rapidamente e para que o capital investido fique, praticamente, imune a perdas. O rei aceita com satisfação as sugestões dos britânicos, apelidados de “flores do progresso”, e faz de Utopia uma Empresa Limitada. A partir daí, o público acompanha, em cenas divertidas, como os habitantes reagem ao choque cultural que começa a acontecer com a instalação do novo sistema de administração em Utopia.

A Inglaterra Vitoriana, a Empresa Limitada e Gilbert & Sullivan

A Inglaterra do Século XIX foi marcada pelo auge econômico. Até então, esse foi considerado o período de ouro da Revolução Industrial Britânica, conhecido como Era Vitoriana. Quando o Rei Guilherme IV faleceu, em junho de 1837, sem ter filhos, Vitória torna-se Rainha com apenas 18 anos. Seu reinado seria o mais longo de um monarca britânico, durando 63 anos, até sua morte em 1901. A Rainha Vitória depositou sua confiança em algumas personalidades, fundamentais para o crescimento do Império. Uma delas foi William Gladstone que, em 1862, como Primeiro Ministro da Inglaterra, criou a lei que definiria o conceito de sociedade de responsabilidade limitada, ou seja, a empresa privada. Com o Ato de 1862 os acionistas de uma empresa em falência perderiam apenas o capital investido, salvando o patrimônio de muitos investidores.

O ato de 62 definiria, portanto, o destino do capitalismo moderno e, 30 anos depois, a Empresa Limitada (ou Ltda. como costumamos abreviar aqui) era uma realidade, tanto na Inglaterra como fora dela. Foi então que W.S. Gilbert decidiu satirizar esse momento econômico, o momento da febre das empresas privadas, escrevendo o libreto de Utopia, Limitada. Nas mãos de Gilbert e Sullivan esse momento histórico rendeu uma de suas melhores e mais divertidas sátiras políticas. A opereta estreou em 7 de outubro de 1893, no Teatro Savoy, apresentando 245 récitas consecutivas.

Foi no meio desse auge da economia britânica que surgiu a dupla Willian Gilbert e Arthur Sullivan, criadores de uma série de 13 operetas, entre 1875 e 1896, que resultaram num estrondoso sucesso. Dentre suas mais importantes e famosas obras constam O Mikado, Os Piratas de Penzance, O Feiticeiro, Patience, Trial By Jury e HMS Pinafore. Todas já foram produzidas pelo Núcleo Universitário de Ópera.

Espetáculo: UTOPIA, Limitada

Ópera cômica em dois atos de Gilbert e Sullivan

Com Núcleo Universitário de Ópera e Orquestra Sinfônica do NUO

Direção geral e regência: Paulo Maron

Preparação corporal: Marília Velardi

Preparação de coro: Guilherme Gama

Récitas: Dias 11, 12 e 13 de dezembro

Horários: sexta e sábado (às 20h30) e domingo (às 17 horas)

Local: Theatro São Pedrowww.theatrosaopedro.sp.gov.br

Rua Barra Funda, nº 171 – Barra Funda/SP – Tel: (11) 3667-0499

Ingressos: R$ 30,00 (com ½ entrada) – Duração: 2 horas (2 atos, com intervalo)

Capacidade: 636 lugares – Desaconselhável para menores de 7 anos – Metrô: Marechal Deodoro

Ar condicionado – Acesso universal – Bilheteria: 4ª a dom. (14h às 19h ou até o início das sessões) Aceita cheque, dinheiro e cartões (V e MC) – Vendas antecipadas: 4003-1212 www.ingressorapido.com.br.

Site – Núcleo Universitário de Ópera: www.nuo.com.br

Produção: NUO – Núcleo Universitário de Ópera

Apoio: APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte e  SEC do Governo do Estado de São Paulo

Intérpretes/personagens:

Jorge Trabanco (barítono): Paramount I (Rei de Utopia)

Marco Rodrigues e Fábio Visconde (barítonos): Scaphio e Phantis (Juízes da Suprema Corte de Utopia)

Caio Oliveira (tenor): Capitão Fitzbattleaxe da cavalaria britânica

Natalia Kawana (soprano): Princesa Zara (filha mais velha do Rei Paramount)

Lenara Abreu (mezzo-soprano): Lady Sophy (governanta inglesa)

Alexandra Liambos e Marina Lobato (sopranos): Nekaia e Kaliba (filhas mais novas do Rei)

Participação especial:

Pedro Ometto (barítono): Capitão Corcoran da Marinha Britânica

Luciano Simões (barítono): Sir Goldbury

Luiz Gumarães (tenor): Sir Bailey Barrev

 

Sempre Um Papo – Nelson Motta (Belo Horizonte) Dezembro 8, 2009

O Sempre Um Papo encerra a programação de 2009 em Belo Horizonte recebendo Nelson Motta para debate e lançamento do livro “Força Estranha“.

“Força Estranha” é um livro de histórias, de “causos”. Em cenários e épocas diversos, uma série de personagens carismáticos e movidos a forças estranhas e emoções fortes, vivem as situações mais bizarras. São relatos da orla da Zona Sul do Rio de Janeiro, nas décadas de 60 e de 80; dos terreiros de Salvador à paradisíaca Boipeba; dos quartinhos frequentados pelos poderosos em Brasília; da perigosa Buenos Aires na ditadura militar; da Nova York multicultural de Woody Allen. Da Espanha almodovariana. Da swinging London dos anos 60. Aos fatos e feitos, o autor une sua criatividade, seu humor e sua prosa.

Sobre o autor:

Aos 65 anos, completados em 29 de outubro, Nelson Motta se autodefine como um falso carioca, nascido em São Paulo, em 1944. É jornalista, compositor, escritor, roteirista e produtor musical. Autor de canções de sucesso como Dancing Days (com Ruban Barra) e Como uma onda (com Lulu Santos), integrou durante oito anos a mesa do programa Manhattan Connection, da GNT/GLOBOSAT. É colunista do Jornal da Globo, de O Globo e O Estado de São Paulo. São dele os best-sellers “Noites Tropicais” e “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”, que venderam mais de 200 mil cópias. Lançou ainda pela Objetiva os policiais “O Canto da Sereia” e “Bandidos e Mocinhas” e, pela Suma de Letras, o romance “Ao Som do Mar e à Luz do Céu Profundo”, em 2006. ELe ainda mantém o site: www.sintoniafina.com.br

Título: Força Estranha (editora Suma de Letras/Objetiva)
Preço
: 29,90
Páginas
: 152

Sempre um Papo com Nelson Motta
Data: 09 de dezembro, quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (Avenida Afonso Penna 1537, Centro)
Informações: (31) 3261-1501

www.sempreumpapo.com.br


Fonte: Guia Entrada Franca