Blogosférico Cultural

˙·٠•● Projetando a cultura ○°○°

Centro de Cultura de Alagoinhas (Bahia) Novembro 11, 2009


Fachada do Centro
de Cultura de Alagoinhas

Endereço: Rua Coronel Filadelfo Neves, s/n
Telefone: 75 3421.5608 / 3422.1901
E-mail: centrodeculturadealagoinhas@gmail.com / centrodeculturadealagoinhas@hotmail.com
Coordenadora: Jocelita Corrêa Santos de Oliveira.
Assistente: Solange Dantas

Fundado em 10 de junho de 1986, o Centro de Cultura de Alagoinhas fica situado no centro do município e tem capacidade para receber 400 pessoas em arquibancadas com cadeiras. O espaço dispõe também uma Concha Acústica, que já recebeu festivais, shows e outros espetáculos.
Trabalhando em regime de cessão de pautas, o centro de cultura abriga, além de eventos artísticos como espetáculos de teatro, dança e música, recebe também realizações de cunho sócio-educativo, a exemplo de oficinas, palestras, lançamento de livros e congressos. Dentre as atividades ocorridas no espaço, pode-se destacar o Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia, o projeto MPB Petrobras, que recebeu grandes artistas do cenário da música nacional e o Festival de Arte Educação.


Espaços
03 salas de ensaio
01 foyer
02 camarins
04 banheiros
cantina
palco italiano (capacidade para 400 pessoas)
anfiteatro (capacidade para 1000 pessoas)

Capacidade: 1000 pessoas (anfiteatro) e 400 pessoas (palco italiano)

Equipamentos:

Som
mesa de som 16 canais,
01 microfone com fio

Audiovisual
tela de projeção,
02 DVD’s

 

Suplemento Literário de Minas Gerais Novembro 11, 2009

O Suplemento Literário de Minas Gerais (SLMG) existe há mais de trinta anos e até hoje é um dos mais respeitados periódicos do gênero no Brasil. Quando foi criado, em 1966, Minas Gerais era ainda um estado com pouca expressão em relação à divulgação de seus escritores. A maioria deles trabalhava em São Paulo e no Rio de Janeiro, o eixo com maior expansão cultural daquela época. Com pouca verba e material para publicação, a maioria das tentativas de implantar uma revista ou um Suplemento Literário fixo não passou da quinta edição.

Foi então que o governador Israel Pinheiro decidiu criar um Suplemento que acompanhasse o Diário Oficial do Estado – o Minas Gerais, distribuído gratuitamente por todo o estado. A tarefa foi entregue ao escritor Murilo Rubião, que fez do SLMG um espaço que abrigava, além de literatura, cinema, artes plásticas, teatro e música. O periódico trazia reportagens, entrevistas, ensaios, críticas, poesia e depoimentos.


Um jornal diferente

A diversidade é a principal característica do Suplemento, desde seu primeiro número. Ao longo dessas quatro décadas, o jornal se revelou um veículo aberto, recebendo trabalhos de autores de outros estados e países, tendo em vista unicamente a sua qualidade.

O Suplemento sempre foi e continua sendo um espaço de liberdade, onde criadores e críticos podem se encontrar e expor sua visão sobre questões contemporâneas.


Editores e Conselhos
Auxiliado por uma comissão editorial, Murilo manteve-se à frente da publicação até o fim dos anos 60.

Depois dele, vários nomes passaram pela função de secretário, dentre eles, Ângelo Oswaldo de Araújo Santos, Rui Mourão, Ayres da Mata Machado Filho, Wilson Castelo Branco, Mário Garcia de Paiva, Duílio Gomes e Paschoal Motta.

Compondo comissões editoriais ou atuando como redatores, destacaram-se à frente do Suplemento, ainda sob a responsabilidade da Imprensa Oficial, nomes como Laís Corrêa de Araújo, Adão Ventura, Jaime do Prado Gouvêa, Antônio Barreto, José Márcio Penido e Carlos Roberto Pellegrino.

Na mais nova fase, já sob a responsabilidade da Secretaria de Estado da Cultura, adotou-se a sistemática que compreende um editor e um Conselho Editorial, formado por intelectuais de reconhecimento público e nomeado pelo Governador do Estado.

O primeiro editor foi Carlos Ávila, que permaneceu à frente do Suplemento por mais de três anos, de 1995 a 1998. Ao seu lado, atuou o Conselho Editorial formado por Ângela Lago, Ângelo Oswaldo de Araújo Santos, Ione Medeiros, Márcio Sampaio e Wander Melo Miranda.

Atualmente
O Suplemento Literário é editado por Jaime Prado Gouvêa. O projeto gráfico do jornal é de Márcia Larica e seu primeiro número sob a coordenação de Camila Diniz foi lançado em maio de 2005. A partir de dezembro de 2007, o Suplemento Literário passou a contar com a assessoria editorial de Paulo de Andrade, entre outros nomes de sua equipe.

Participe como leitor (assinatura gratuita para recebimento da edição física)

Participe como colaborador (envio online)

Fonte: Secretaria do Estado da Cultura de Minas Gerais


 

Nota de pesar Novembro 11, 2009

Arquivado em: Cinema, Gestão Cultural — Rodrigo de Araujo @ 7:41 am

07 de novembro de 2009
Ministro lamenta morte de Anselmo Duarte

O Brasil lamenta a perda do paulista Anselmo Duarte um dos maiores cineastas e atores do cinema brasileiro. Galã para uma geração de espectadores que experimentaram o cinema antes da TV, Anselmo deixa na memória afetiva do
país um enorme sentimento de carinho e gratidão: são dezenas de personagens a quem emprestou seu corpo e seu talento, em especial nos clássicos da Vera Cruz, mas também em filmes autorais como O Caso dos Irmãos Naves.

Como cineasta, Duarte foi um maestro da narrativa: ajudou a constituir um cinema clássico e popular brasileiro, desafio que é até hoje um horizonte não inteiramente alcançado pela produção nacional. Conquistou nossa única
palma de ouro em Cannes, promovendo a cultura brasileira pelo mundo e tornando célebre internacionalmente a obra de Dias Gomes. Anselmo vinha de família humilde e fez uma trajetória singular no cinema: ascendeu como
empreendedor. Seus inúmeros prêmios são o merecido retorno da eficácia em alcançar um público amplo em seu cinema.

Juca Ferreira
Ministro da Cultura
Publicado por danielmerli
Categoria(s): Notas, O dia-a-dia da Cultura
Tags: cinema, nota de pesar, TV

 

Novembro 10, 2009

Arquivado em: Agenda cultural - Eventos — Rodrigo de Araujo @ 8:41 pm

lancamento

 

Mesa de Debates – O lugar dos festivais (Belo Horizonte) Novembro 9, 2009

debate

CONVITE

O 11º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte tem o prazer de convidá-lo para participar do Encontro do Audiovisual Mineiro. A programação inclui a Mesa de Debates – O lugar dos festivais e será realizada, nesta terça-feira (10/11), às 10h, no Teatro João Ceschiatti, no Palácio das Artes.

A mesa contará com a participação de profissionais envolvidos com a política e a produção audiovisual no país. Na pauta, serão discutidas questões como a importância dos festivais para os produtores e realizadores. Como está estruturado, no Brasil, o sistema de difusão da produção audiovisual independente? Como os curtas metragens podem chegar a um público maior? De que forma eles afetam o circuito comercial de exibição? O que os realizadores esperam de um festival de cinema? E o que eles esperam do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, em particular? Estas são algumas das indagações que nortearão os debates.

Na parte da tarde, às 14h, os produtores e realizadores mineiros, bem como o público interessado, estão convidados para participar de um bate papo com a Secretaria de Estado de Cultura/ Diretoria de Audiovisual sobre os temas propostos. O objetivo principal deste encontro é o diálogo sobre as possibilidades futuras do Festival Internacional de Curtas de BH, que se encontra em momento de reformulação.

Composição da Mesa de Debates – O lugar dos festivais
Ailton Franco Júnior – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema
Daniel Queiroz – Secretaria de Estado de Cultura de MG
Daniela Fernandes – Associação Curta Minas/Cineclube Curta Circuito
Eduardo Garretto Cerqueira – Distribuidora Usina Digital e Indie
Francisco César Filho – Fórum dos Festivais
Júnia Torres – forum.doc
Raquel Hallak – Mostra de Cinema de Tiradentes, CineOP e CineBH

Local: Teatro João Ceschiatti – Palácio das Artes
Data: 10 de novembro (terça-feira)
Horário: 10h – Mesa de Debates – O lugar dos festivais
14h – Bate-papo

Acesse o site www.festivaldecurtasbh.com.br e veja a programação completa. Participe!

Entrada gratuita.
Informações para o público: (31) 3236.7400 – Palácio das Artes
www.fcs.mg.gov.br.
Siga o Festival no twitter: www.twitter.com/festivalcurtas

 

13a Edição: forumdoc.bh.2009 – Festival do Filme Documentário e Etnográfico/Fórum de Antropologia, Cinema e Vídeo Novembro 9, 2009

forumdoc

O forumdoc.bh.2009 – Festival do Filme Documentário e Etnográfico/Fórum de Antropologia, Cinema e Vídeo inicia sua 13ª edição com o Programa UFMG, no dia 10 de novembro.
ABERTURA

Na Trilha dos Uru Eu Wau Wau, de ADRIAN COWELL

52 min.

10/11 | terça-feira | 11h10

Local: CINECLUBE FACE – UFMG

 

Mesas-redondas:

Filmar o trabalho (sobre Além dos Trilhos, de Wang Bing) 12/11 |  quinta-feira | 14h | com César Guimarães e Tom Dwyer

O cinema de Adrian Cowell e a Amazônia 17/11  |  TERÇA-FEIRA |  14h | com Adrian Cowell, Vicente Rios, Stella Penido e Mauro Oliveira

Filmar sociedades indígenas 18/11  | QUARTA-FEIRA | 11h10 | com Vincent Carelli, Adrian Cowell e Isaías Sales Ibã Hunikuin

Local: CINECLUBE FACE – UFMG

SEMINÁRIO:

A perseguição no cinema
| com a filósofa francesa Marie-José Mondzain | entre os dias 17 e 21/11 | no Cine Humberto Mauro

Confira a programação no site: www.forumdoc.org.br

 

Sempre Um Papo lança livro Nós do Morro: 20 anos (Belo Horizonte) Novembro 9, 2009

A trajetória social e artística do Grupo Nós do Morro, que revolucionou a arte na comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro, está no livro Nós do Morro, 20 anos, será lançado pelo Sempre Um Papo em parceria com o programa Valores de Minas, dia 10 de novembro, terça-feira. Nesta data, o diretor e fundador do grupo, Guti Fraga, visita as instalações do programa, no bairro Horto, às 10h, para conhecer a rotina dos jovens nas oficinas de teatro, artes plásticas, circo e dança e falar sobre sua experiência à frente do Nós do Morro.

Logo mais, às 19h30, participa do debate com o público do Sempre Um Papo, juntamente com a autora do livro e pesquisadora Marta Porto, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (Anexo Professor Francisco Iglesias), com entrada gratuita.

O Sempre Um Papo é uma realização conjunta do Jornal Estado de Minas e Cemig com o apoio cultural da Rádio Guarani.     Nós do Morro, 20 anos  Em 1986, surgia no Vidigal um Grupo que, ao apostar na arte de qualidade, quebrou estereótipos e fez da comunidade da Zona Sul carioca um dos mais ativos e prestigiados pólos culturais da cidade do Rio. Dos palcos profissionais e amadores às telas da televisão e do cinema, o Grupo Nós do Morro mostrou o poder transformador da arte ao construir a história de sucesso narrada no livro Nós do Morro, 20 anos, editado pela XBrasil e disponível nas livrarias de todo o país a partir de meados de agosto.

De autoria de Marta Porto e programação visual de Luiz Stein, a obra reúne texto, fotografia e material iconográfico para reproduzir a filosofia de múltiplos olhares e diálogo ininterrupto que marcaram a própria experiência artística do Nós do Morro. Estão presentes os diversos discursos e pontos de vista daqueles que fizeram parte desse caminho – sejam eles fundadores, participantes, atores ou técnicos -, dispostos de forma a alternar primeira e terceira pessoa, visão autoral e visão construída com base no outro.Este livro é um divisor de águas. Uma reflexão sobre as diferentes possibilidades de se viver a arte”, diz Guti Fraga, diretor e fundador do Grupo.

Depoimentos e homenagens  Organizado por meio de um recurso de metalinguagem que além de brincar com o nome do Grupo explicita essa opção pela diversidade, o livro é dividido em três seções: NÓS, DO, MORRO. A escolha deste projeto editorial foi orientada para destacar o fazer artístico do Grupo, que sempre dialogou com a realidade próxima, do Vidigal, e com fontes conhecidas da cultura contemporânea e clássica, dando origem a uma linguagem teatral singular e rica, explica a autora.

Na primeira parte são apresentados os depoimentos dos fundadores e diretores, além daqueles colhidos junto a pessoas que tiveram importância à época do surgimento, como a atriz Marília Pêra e o ator e diretor Amir Haddad. O livro ainda leva o leitor a um passeio pela obra do Grupo ao mesclar histórias sobre os espetáculos e curtametragens a depoimentos de profissionais que já se envolveram em projetos, como o ator Caio Blat e os diretores Fernando Meirelles, Rosane Svartman e Vinícius Reis.

A segunda seção traz a visão de especialistas em dois cadernos um de ensaios e outro de críticas que tratam não apenas da leitura estética e dramatúrgica do Grupo, como também o fato cultural, social e político que o Nós do Morro representa para o Rio e para o país. Nesta seção encontram-se textos de Luiz Paulo Corrêa e Castro, Tânia Brandão, Bárbara Heliodora, Cicely Berry, Cacá Diegues e Beatriz Rezende.

Na última seção, MORRO, estão as diversas vozes do morro no testemunho de alguns atores e técnicos que participam do Grupo e aqui expressam seus sonhos, esperanças e conquistas. Dentre eles as revelações Roberta Rodrigues, Thiago Martins, Mary Sheyla e Jonathan Haagensen. É oferecido ao leitor também um extenso material ilustrativo – com recortes de jornais, cartazes, filipetas e ingressos de espetáculos – e fichas de obra completa, filmografia e premiação.

Patrocinado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), através da Lei Rounet, o livro traz encartado um DVD com a peça Machado a 3×4, montagem de 2008 que adaptou para os palcos o conto O Alienista, de Machado de Assis.

Nós do Morro  Fundado em 1986 com o objetivo de criar acesso à arte e à cultura para os moradores do Morro do Vidigal, o Grupo Nós do Morro é, hoje, um centro de formação artística nas áreas de teatro e cinema que atende a 540 crianças, jovens e adultos no Morro do Vidigal e a outros 865 nos núcleos que mantém nas cidades fluminenses de Saquarema, Itaocara, Japeri e Nova Iguaçu.

Em 22 anos de existência, realizou 19 espetáculos profissionais e seis curtametragens, revelando dezenas de talentos. Seu trabalho foi agraciado com a Menção Honrosa da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), Ordem do Mérito Cultural 2007 (Presidência da República), Prêmio Orgulho Carioca 2000 (Prefeitura do Rio de Janeiro) e Mérito Carioca de Direitos Humanos 2005 (Secretaria Municipal de Assistência Social/RJ). O Grupo Nós do Morro é patrocinado pela Petrobras desde 2001.   www.nosdomorro.com.br

Fonte: Maísa Gontijo – Sempre um Papo

 

Festival 5 Minutos traz o melhor dos eventos nacionais de audiovisual Novembro 8, 2009

Cineastas, cinéfilos, documentaristas e amantes do audiovisual estarão reunidos em Salvador, entre 16 e 21 de novembro, para a XIII edição de um dos eventos mais esperados do ano: o Festival Nacional 5 Minutos, promovido pela Diretoria de Audiovisual, Instituição da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. O Festival irá apresentar um panorama da mais recente produção audiovisual em curto formato. “O ponto alto do evento é a mostra competitiva, em que os 50 melhores vídeos deste ano concorrerão a prêmios de R$ 30 mil.

Mas o 5 Minutos é muito mais. Música, performances ao vivo de VJs, panorama nacional, mostras de curta metragens, debates e muito mais”, conta a diretora de audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Sofia Federico.     Mostra Competitiva e panorama nacional  Os 50 melhores vídeos habilitados para o Festival foram classificados para a programação principal do evento: a mostra competitiva. A competição irá selecionar cinco vídeos, em diversas categorias, que dividirão o prêmio de R$ 30 mil reais.

Quatro vídeos serão selecionados por uma comissão de seleção (do 1º ao 3º lugar, e o vídeo de “jovem realizador” menor de 21 anos) e um será escolhido pelo público.  Quase todas as regiões do país estarão representadas na competição, mas os estados com maior destaque são a Bahia (com 30 selecionados), seguido de São Paulo (6), Rio de Janeiro (4), Minas Gerais (3) e Goiás (2).

Os estados do Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe terão um representante cada.   As exibições da mostra competitiva acontecem de 17 a 21 de novembro em Salvador e 10 cidades do interior do estado, sempre às 20h. Na capital baiana será exibido também o “Panorama Nacional”, com os demais vídeos habilitados que não foram selecionados para a mostra competitiva.

Vídeos de todo o País  Para a mostra competitiva e o panorama nacional, 241 vídeos de todo o país foram habilitados, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Destes, 39% são curtas produzidos fora da Bahia, o dobro de 2008. “Já alcançamos uma amplitude nacional. Embora a Bahia conte com importantes eventos de cinema, apenas o Festival contempla outras vertentes do audiovisual, como os jogos eletrônicos e filmes para celular. Então está tudo aqui, produtos de diversas partes do país. É o Brasil visto pelos olhos das lentes mas, principalmente, de cada brasileiro”, finaliza a diretora Sofia Federico.  A vez dos pequenos  “Entendemos que, para termos uma produção audiovisual forte, é preciso formar um público que aprecie esta linguagem artística e que se reconheça no que é exibido.

Por isso temos uma novidade neste ano: a Mostra 5 Minutinhos, em parceria com a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis”, comemora Sofia Federico. A criançada poderá se divertir nas sessões que acontecem na Sala Walter da Silveira, de 17 a 20 de novembro, sempre às 10h.  Mostra de curta-metragens  Os fãs de cinema contarão com uma programação feita especialmente para eles. No dia 18 de novembro, às 16h, acontece a mostra “Cine Aberto – Ponta de Areia”, com exibição de curta metragens mineiros e cubanos. São oito vídeos que abordam temas como o patrimônio material e imaterial de Minas Gerias e a dicotomia “sonho e realidade” de Cuba.

Fonte: Lima Comunicação

 

14a Mostra Internacional do Filme Etnográfico Novembro 7, 2009

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A Mostra Internacional do Filme Etnográfico é um evento que tem como objetivo exibir documentários de caráter etnográfico, nacionais e internacionais, possibilitando um diálogo entre diferentes realizadores e suas cinematografias. O projeto, idealizado pela Interior Produções e coordenado por seus diretores, a antropóloga Patrícia Monte-Mór e o documentarista José Inácio Parente, faz parte de uma iniciativa mais ampla em direção à reflexão sobre o ensino da antropologia e a produção de documentários. Além da exibição de filmes e vídeos, a Mostra também promove um conjunto de atividades voltadas para o debate de questões dos dois campos. Todas as sessões e atividades da MOSTRA são gratuitas.

A Mostra Internacional do Filme Etnográfico, com o objetivo de formação de platéias para o cinema documentário, divulgando e difundindo discussões de seu diálogo com a  pesquisa antropológica, apresenta Itinerâncias Universitárias/Oficinas Etnocine.

Disponibilizando filmes da seleção do Festival 2008, tem como foco por um lado, o público universitário e, por outro, escolas da rede pública.

 

La douleur passe mais la beauté demeure Novembro 7, 2009

“A dor passa, a beleza fica”.

dito a Matisse; citado em “Cahiers de l’Université‎” – Ed. 15-17, Página 166, de Université de Pau et des pays de l’Adour, Groupe de recherche en sociologie de la littérature – Université de Pau et des pays de l’Adour, 1988

- Pierre-Auguste Renoir (25 de fevereiro de 1841, Limoges, França – 3 de dezembro de 1919, Cagnes, França) foi um pintor impressionista francês.