Blogosférico Cultural

˙·٠•● Projetando a cultura ○°○°

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  • Quando a gente lhes fala de um novo amigo, elas jamais se informam do essencial. Não perguntam nunca: “Qual é o som da sua voz? Quais os brinquedos que prefere? Será que coleciona borboletas?” Mas perguntam: “Qual é sua idade? Quantos irmãos ele tem? Quanto pesa? Quanto ganha seu pai?” Somente então é que elas julgam conhecê-lo. Se dizemos às pessoas grandes: “Vi uma bela casa de tijolos cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas no telhado…” elas não conseguem, de modo nenhum, fazer uma idéia da casa. É preciso dizer-lhes: “Vi uma casa de seiscentos contos”. Então elas exclamam: “Que beleza!”
(O Pequeno Príncipe)
- Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger de Saint-Exupéry (29 de junho de 1900, Lyon – 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo) foi um escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial.
 

No Dia Mundial de Luta contra AIDS a TV Brasil apresenta o documentário Aids: A Batalha Travis McCoy Novembro 27, 2009

1° de dezembro, todos os países celebram o Dia Mundial de Luta contra a AIDS. Para reforçar o clima de solidariedade e as iniciativas de combate ao preconceito e à discriminação das pessoas contaminadas pelo vírus HIV/Aids, a TV Brasil reserva espaço ao tema em sua programação. Uma das reflexões é a apresentação do documentário do músico Travis McCoy, com duração de uma hora. O Comentário Geral deste domingo (29), às 19h30, também aborda o assunto com um programa especial sobre a palavra virus e suas manifestações. E para fechar a semana, na sexta-feira (04), o Programa de Cinema exibe Três Irmãos de Sangue, um documentário sobre a história do sociólogo Betinho, do humorista Henfil e do músico Chico Mário, símbolos da luta contra a AIDS e contra a ditadura no Brasil, de Ângela Patrícia Reiniger.

Aids: A Batalha Travis McCoy

Vocalista da banda de hip hop Gym Class Heroes, Travis McCoy teve sua nova canção – “One at a Time” – premiada em um evento beneficente em NY, no dia 11 de novembro. Travis McCoy é embaixador da fundação Staying Alive Foundation – organização sem fins lucrativos que oferece suporte a jovens trabalhadores que se interessam em construir um mundo melhor e oferecem suporte e informação sobre a prevenção da AIDS. Travis e sua banda percorreram países como a África do Sul, Filipinas e a Índia, visitando projetos de conscientização sobre o HIV/AIDS. A fundação, pertencente à MTV Internacional, premia jovens com uma quantia em dinheiro para que realizem tais projetos em suas comunidades.

O canal musical lançou a campanha em 98 e de lá pra cá, produziu filmes, concursos e eventos ligados a celebridades para conscientizar os jovens sobre os riscos de concepção da doença. Durante os onze anos de projeto, vários nomes famosos já colaboraram para a campanha como Kelly Rowland, Beyoncè, Justin Timberlake, entre outros.

Além de visitar os locais aonde esses projetos foram implantados, Travis McCoy foi incumbido de compor uma música inspirada nas suas observações e toda a renda da comercialização será inteiramente revertida para a continuidade desse apoio.

“One at a Time” fala sobre essas reflexões. Travis, em entrevista a MTV News americana, disse que escreveu uma canção baseada em tudo o que eu viu e sentiu durante a viagem. E, complementou, “eu vi o que podemos fazer”.

Segundo a matéria publicada no site americano da MTV, a música “One at a Time” mostra o lado mais sério e pensativo de McCoy, que nem sempre é assim. A missão de McCoy foi transformada em documentário, que a TV Brasil exibe no dia primeiro de dezembro, a partir de 20 horas. Excepcionalmente nesta terça (1°), às 20h, a TV Brasil não vai exibir o programa Expedições.

Fonte: ABEPEC

 

Peça Karina e a Comida do Brasil faz temporada grátis no Teatro Jaraguá (São Paulo) Novembro 26, 2009

A peça já foi apresentada em todas as Unidades dos CEUs, gratuitamente, atingindo mais de 50 mil crianças e adolescentes da periferia de São Paulo.


O espetáculo Karina e a Comida do Brasil estreia no dia 5 de dezembro, sábado, no Teatro Jaraguá, às 16 horas, para uma curta temporada com entrada franca. A montagem aborda com muito bom humor questões ligadas à tolerância, respeito às etnias e companheirismo por meio da preparação de um banquete que ressalta a gastronomia, a variedade da comida no Brasil.

Dirigido por Fabiana Carlucci e com texto de João Fábio Cabral a peça apresenta uma adolescente que resolve fazer um banquete para comemorar sua vitória no concurso de receitas da Rádio Sabores do Brasil. Karina (Camila Graziano), contracenando com personagens apresentados em vídeo, convida todos os seus amigos para esta grande festa.

Os maiores companheiros de Karina são seu gato e o telefone celular que acabou de ganhar no concurso. Cozinhar ela aprendeu com sua tia avó Joanna, que passou férias em sua casa e ensinou a ela a receita vencedora. Vó Joanna costuma dizer que na cozinha as pessoas se encontram, se apaixonam, contam segredos e recebem os amigos. Pra ela, é nesse lugar tão especial da casa que fica registrada a história de uma pessoa.

Karina aprendeu com Vó Joanna que a cozinha pode ser esse lugar mágico, encantado, que permite a prática da maior nobreza do ser humano: cuidar do bem estar de outra pessoa. É por isso que Karina resolve trazer os amigos até sua casa e proporcionar a eles uma festa inesquecível: um passeio pela comida do Brasil.

Karina adora presentear os amigos. Por isso ela também conta um pouco da história da família de cada amigo, como esse fosse o grande presente: o encontro entre todos. Ela cria, então, uma espécie de jogo e os amigos, sem saber, ajudam na preparação da festa. Tem Analu e Anita, tem Yoshi, tem Dedé, Sara e Tomas e tem o Beto, sua primeira e grande paixão. Nas conversas com a turma, pelo seu celular novo, Karina vai, sorrateiramente, anotando detalhes sobre o paladar de cada um e os pratos que eles gostariam de comer em seu almoço.

A cada ligação, interagindo com a plateia que também entra na brincadeira, ela vai decidindo o cardápio. Tudo se desenvolve em uma grande conversa entrelaçada: antes de terminar uma ligação, surge outra que é interrompida por outra e assim por diante. As imagens de cada personagem aparecem nos telões, instalados no palco, mostrando o rosto de quem fala em tempo real. O espetáculo termina com a campainha da casa tocando; os convidados chegaram e Karina dá um beijo apaixonado em Beto.

O espetáculo foi viabilizado por meio do PROAC (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo) e patrocinado pela Nestlé. Depois de ser apresentada em 44 unidades dos CEUs, para um público que ultrapassa 50 mil crianças e adolescentes da periferia de São Paulo, Karina e a Comida do Brasil chega ao centro da cidade para esta curta temporada, também com entrada franca.

 

Espetáculo infantil: Karina e a Comida do Brasil

Texto: João Fábio Cabral

Direção: Fabiana Carlucci

Concepção geral e criação: Alberto Blumenschein

Interpretação: Camila Graziano

Elenco/vídeo: Judson Cabral e Mariana Blanski

Figurino: Roberta Amaral

Cenário: Alberto Blumenschein

Iluminação/operação de luz: Hugo Peake

Trilha sonora: Fernanda Galetti

Adereços: Rogério Harmitt

Operador de som: Alex

Produção executiva: Carlos Mamberti

Assistente de produção: Mariana Blanski

Administração: Cleonice Chaves

Produção/vídeo

Edição de imagens e artes: Juliana Munhoz
Imagens: Aldo Alexandre

Maquiagem: Joaquim de Carvalho

Eletricistas: Anderson Garcia e Sátiro de Sousa Neto
Assistente de produção: Ana Rabelo
Produção: Plateau Produções e Beto Tibiriçá

Serviço:

Estreia: 5 de dezembro – sábado – às 16 horas

Local: Teatro Jaraguá

Rua Martins Fontes, 71 – Bela Vista – SP – Telefone: (11) 2802-7075

Apresentações: 5, 6, 13, 19 e 20 de dezembro – sábados e domingos – às 16 horas

(dia 12/12 não haverá apresentação)

Ingressos: Grátis – Retirar na bilheteria 1h antes das sessões.

Capacidade: 286 - Duração: 50 min – Classificação etária: acima de 10 anos

Acesso universal e ar condicionado – Estacionamento: R$ 12,00 c/ manobrista.

 

Galeria Virgilio: “Ainda não, contrapássaro” de Ana Paula Oliveira Novembro 25, 2009

 

Pedra que brilha: mostra de cinema de Itabira – últimos dias para inscrições Novembro 25, 2009

 

Lançamento do livro Modernidades Primitivas Novembro 24, 2009

 

Chairoplane Novembro 24, 2009

Arquivado em: Fotografias, ilustrações — Rodrigo de Araujo @ 2:53 pm
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chairoplane © 2009 by : : deNNis gErbECkx

Fotografia: deNNis gErbECkx

 

Espaço Cultural Alagados Novembro 24, 2009


Apresentação de Camerata da OSBA
no Espaço Cultural Alagados

Endereço: Rua Direta do Uruguai, s/n – fim de linha
CEP: 40.450-210
Telefone: 71 3117.6517 / 3313 8076
Coordenador: Jamira Alves
Assistente: Ruy Mendes Cerqueira

O Espaço Cultural Alagados, situado no bairro do Uruguai, é um galpão anexo construído em área originalmente pertencente à Escola Polivalente São Diego. O equipamento tem servido como sede provisória do Centro de Cultura, haja vista que a construção original do Cine Teatro de Alagados encontra-se em estado bastante degradado.

O espaço atual, de caráter multiuso, serve como sala de ensaio, de oficina e de apresentações, contando com uma pequena arquibancada feita em madeira com capacidade para 150 lugares, além de cortinas e alguns refletores. Dentre as oficinas realizadas estão a de Artes Plásticas, Teatro, Dança Afro e Capoeira.Este aparelho cultural, que trabalha em regime de cessão de pautas, já recebeu o grupo de teatro da FUNCEB, que se apresentou gratuitamente para o público.

Dados Técnicos

Espaços: Salão com arquibancadas de madeira
Capacidade: 150 pessoas

Equipamentos:

Som
01 Mini-System,
marca NKS/SOUND,
caixa amplificada,
01 microfone

Fonte: FUNCEB

 

Arte islâmica Novembro 24, 2009

A importância da tradição islâmica na história da arte é imensa, particularmente, na península ibérica, região que por séculos, em sucessivas conquistas e reconquistas, ocuparam povos que a criaram. Conseqüentemente, as áreas colonizadas por Espanha e Portugal, sofreram forte influência. Na arquitetura é incontestável a intervenção árabe, um legado que se propagou e influenciou os vários estilos arquitectónicos presentes nestes países.

Motivos e temas da arte islâmica:

Quando se evoca a expressão “arte islâmica”, frequentemente julga-se estar perante uma arte desprovida de representações figuradas, constituída unicamente por motivos geométricos e arabescos. No entanto, existem numerosas representações de figuras animais e humanas na arte islâmica, que surgem sobretudo em contextos não religiosos.

As fontes principais da doutrina islâmica são o Alcorão e os ditos do Profeta Muhammad (ahadith, plural; singular:hadith). Estas duas fontes nada mencionam sobre a representação de figuras na arte; o que é fortemente condenado é a idolatria e o culto de imagens (aniconismo).

Quando o profeta Muhammad conquistou Meca em 630 um dos seus primeiros actos foi destruir os ídolos que se encontravam na Kaaba, que o Alcorão informa terem sido estátuas inspiradas por Satanás. Uma tradição afirma que Muhammad ordenou a destruição de todas as pinturas religiosas que se achavam naquele edifício, com excepção de uma pintura da Virgem Maria com o menino Jesus.

A partir do século IX, verifica-se uma censura da representação figurada, que alguns investigadores atribuem à influência de judeus convertidos ao islão. A partir desta época considera-se que o acto de representar um animal ou um ser humano é o assumir por parte do artista do papel de criador que se acredita que deva estar reservado unicamente a Deus.

As religiões desempenharam um importante papel no desenvolvimento da arte islâmica. Neste domínio enquadra-se evidentemente a religião muçulmana, mas igualmente outras religiões que os árabes encontraram aquando das conquistas territoriais. Apenas no século XIII o mundo islâmico tornou-se maioritariamente muçulmano, tendo outras religiões legado o seu contributo para a formação da arte islâmica: o cristianismo (na região que se estende do Egipto à Turquia), o zoroastrismo (mundo iraniano), o hinduísmo e o budismo (na Índia) e o animismo no Magrebe.

Arte e literatura

A arte islâmica não se inspira unicamente na religião. A literatura persa, como o Shâh Nâmâ, épico nacional composto nos inicíos do século X por Firdawsi, os “Cinco Poemas” (ou Khamsa) de Nizami (século XII), são fontes importantes de inspiração que se manifestam na arte do livro, mas também na relacionada com os objectos (cerâmica, tapeçaria…). As obras de alguns poetas místicos, como Saadi e Djami, dão também lugar a numerosas representações.

As fábulas de origem indiana presentes na literatura árabe são frequentemente alvo de ilustrações nos ateliers de Bagdade e da Síria. Também a literatura científica, como os tratados de astronomia, de mecânica ou de botânica, possui ricas ilustrações.

Motivos abstractos. A caligrafia

São numerosos e variados os motivos decorativos nesta forma de arte, desde os motivos geométricos aos arabescos. A caligrafia no islão é considerada uma actividade nobre e sagrada, tendo em vista que as suratas do Alcorão são consideradas palavras divinas. As representações de humanos e de animais são excluídas de obras religiosas. A caligrafia como arte está também presente em obras do domínio do profano.

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Novembro 24, 2009

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“A sua primeira paixão, a mulher ama seu amante; em todas as outras ela só ama o amor”.

Tradução alternativa: “Na sua primeira paixão, a mulher ama o seu amante; em todas as outras, do que ela gosta é do amor.”

- In her first passion woman loves her lover:     In all the others, all she loves is love.

- Lord Byron, Canto III (1821)

George Gordon Byron, 6º Barão de Byron e comumente conhecido como Lorde Byron (23 de janeiro de 1788 – 19 de abril de 1824), foi um poeta inglês.